A alta foi puxada pelo segmento de geração energética, que cresceu 64,5% devido ao baixo nível de reservatórios e ao acionamento das térmicas. Sem considerar a geração, o consumo do produto se manteve praticamente estável, com retração de 0,4%.
 
No período, foram feitos investimentos na ordem de R$ 1,5 bilhão em expansão das redes de distribuição. “A dependência do mercado externo, aliada aos poucos incentivos de novas fontes de gás no país, fez com que o mercado fique estável e seja refém do setor elétrico”, diz Augusto Salomon, presidente-executivo da Abegás. Em 2013, o setor faturou R$ 15 bilhões. A entidade estima para este ano um investimento de 22% no consumo total.